domingo, 8 de outubro de 2017

Não ignore a disfunção erétil: é tratável!

Se você é um homem com diabetes, temos boas notícias e más notícias sobre sua vida sexual.
A má notícia: os homens com diabetes são três vezes mais propensos a relatar problemas com o sexo do que homens não-diabéticos. O problema sexual mais comum é a Disfunção Eréctil, às vezes chamado de impotência. Pior ainda, porque a ED é uma questão privada, muitos homens sentem-se envergonhados de discutir o problema com seu médico, ou mesmo com seu parceiro, então o problema nunca é abordado.

A boa notícia: ED é uma das complicações mais tratáveis ​​da diabetes. Na verdade, mais de 95% dos casos podem ser tratados com sucesso. Com tratamentos comprovados disponíveis, os homens diabéticos com ED possuem opções. Não é algo que você, ou seu parceiro, deveria ter que viver.

O que é Disfunção erétil e o que não é

ED significa a incapacidade repetida de alcançar ou sustentar uma ereção suficiente para relações sexuais. Embora o vigor sexual geralmente diminua com a idade, um homem saudável, fisicamente e emocionalmente deve ser capaz de produzir erecções e desfrutar de relações sexuais, independentemente da idade. ED não é uma parte inevitável do processo de envelhecimento.
Disfunção erétil não significa: 

• Uma falha ocasional na realização de uma ereção. O ditado é verdadeiro: realmente acontece com todos. Todos os homens experimentam dificuldades ocasionais com ereção, geralmente relacionadas à fadiga, doença, consumo de álcool ou drogas ou estresse. Não é divertido, mas é totalmente normal.
Diminuição do interesse pelo sexo. Ocorre quando um homem está interessado em sexo, mas ainda não consegue alcançar ou manter uma ereção. Muitos homens com diabetes também experimentam uma diminuição do desejo sexual, muitas vezes como resultado de desequilíbrios hormonais ou depressão. A diminuição do desejo sexual é bastante tratável, mas é tratada de forma diferente da Disfunção erétil.

Problemas com a ejaculação. Tais problemas geralmente indicam um problema estrutural com o pênis. O tratamento mais comum é cirúrgico.

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