segunda-feira, 20 de abril de 2020

Quanto tempo dura uma pós-graduação?


Com uma rotina cada vez mais corrida é muito importante analisar a duração de uma atividade que fazemos ou queremos fazer. Pensando nisso, uma pós-graduação ead pode ser uma excelente opção para você crescer na carreira, estudando sem sair de casa.

Pós Graduação EAD

E se você é um profissional que atua em escolas veio ao lugar certo, porque além de explicar sobre os diferentes tipos e durações dos cursos de pós-graduação ead vamos te mostrar opções de pós-graduação em educação ead.

Primeiramente, antes de falarmos sobre o tempo de um curso desse nível de ensino, você precisa entender que pós-graduação abrange várias modalidades educacionais. E cada uma delas tem características específicas. É possível dividir as formações em: mestrado; doutorado; especialização e MBA.

Em geral, o tempo para a conclusão de uma pós-graduação ead pode variar de seis meses a quatro anos. Tudo vai depender do formato e da instituição de ensino que você escolher. A seguir, veja mais detalhes de cada modalidade:

·       Mestrado: em média possui tempo de duração de dois anos e quase sempre exige dedicação integral, sendo difícil conciliar o curso com uma atividade profissional ao mesmo tempo. O mestrado tem como objetivo aprofundar os conhecimentos em um tema mais voltado para o ambiente acadêmico. De maneira geral apresenta conteúdos densos e que estimulam muito a reflexão teórica. É mais indicado para quem deseja atuar como professor universitário ou pesquisador.

·       Doutorado: o tempo de duração é o mesmo de uma graduação, ou seja, de quatro a cinco anos. E, assim como a opção anterior, também é mais voltado para o universo acadêmico. Porém, o conteúdo é ainda mais aprofundado. A ideia é desenvolver a capacidade para criação de novos conhecimentos a partir dos processos de pesquisa.

·       Especialização: o tempo de duração varia bastante, podendo ir de seis meses até um ano e meio. A especialização é uma formação voltada mais para o mercado comercial e que tem o objetivo de oferecer conhecimentos específicos sobre determinada área, bem como habilidades técnicas. É uma boa opção para quem quer se atualizar no mercado de trabalho. Mas fique atento, para ser reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) uma pós-graduação do tipo especialização precisa ter, no mínimo, 360 horas-aulas. Sendo que a forma de distribuição dessa carga horária pode variar entre seis e 18 meses.

·      MBA (Master in Business Administration): é uma modalidade voltada apenas para a área de Administração. É uma boa opção para quem já atua em um nível de alta gestão e busca conhecimento do setor corporativo e de liderança. Assim como a especialização precisa ter no mínimo 360 horas-aulas, para valer em território nacional, e 480 horas-aula para validade internacional.

Ao optar por uma pós-graduação ead, mais especificamente uma pós-graduação em educação ead recomendamos os seguintes cursos: Administração Escolar, Alfabetização e Letramento, Atendimento Educacional Especializado, Docência no Ensino Superior, Educação de Jovens e Adultos, Educação Especial e Inclusiva, Educação Especial e Psicomotricidade, Educação Infantil, Ensino Lúdico, Gestão Escolar, Gestão Pública, Libras, Neuropsicopedagogia, Psicomotricidade, Psicopedagogia Institucional, Psicopedagogia com Ênfase em Educação Especial e Tutoria em Educação à Distância.


quinta-feira, 16 de abril de 2020

O que é marketing de afiliados?

O marketing de afiliados é extremamente eficaz em gerar vendas na internet. Não sabe do que se trata e como funciona? Então, acompanhe este artigo e confira como essa estratégia pode lhe ajudar a melhorar os resultados de sua empresa.

o que é marketing de afiliados


O que significa marketing de afiliados

Marketing de afiliados é uma estratégia focada em divulgação e venda de produtos. Trata-se de um modelo de publicidade alternativo, que funciona da seguinte forma:

·        Empresa lança um produto;
·        Afiliado divulga o produto em seus canais;
·        Cliente clica e compra o produto;
·        Link de venda é rastreado;
·        Produtor recebe o dinheiro da venda;
·        Afiliado recebe comissão pela venda feita em seu canal.

Portanto, essa estratégia funciona numa relação de ganha-ganha. O afiliado consegue rentabilizar diferentes canais, como site, rede social e blog, sem ter grande trabalho.

Já o produtor passa a ter maior presença em canais de distribuição, sobretudo os frequentados por seu público-alvo, conseguindo atrair mais clientes e realizar mais vendas.


Tipos de divulgação

Os tipos de divulgação que o afiliado pode fazer são vários, cabe à empresa/produtor decidir qual modelo é o mais adequado considerando seu produto e objetivos. Abaixo, listamos todos os tipos:

·        CPC (Custo Por Clique): o afiliado é pago por cada clique no material de divulgação;
·        CPA (Custo Por Ação): a remuneração do afiliado ocorre somente se o usuário clicar na publicidade e realizar alguma ação na página de destino, como compra ou cadastro;
·        CPM (Custo Por Mil Impressões): o anunciante paga um valor ao afiliado quando o material de divulgação atinge mil visualizações;
·        CPV (Custo Por Venda): o afiliado recebe uma comissão por venda através de link compartilhado.


Como investir no marketing de afiliados

Interessado em investir no marketing de afiliados? É importante que ele seja combinado com diferentes ações de marketing digital, como a otimização de sites e criação de conteúdo. Para realizar um trabalho de qualidade, contrate uma agência de SEO / marketing online.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Qual é a situação do sistema público de saúde no Brasil durante a pandemia do Coronavírus?

O Brasil declarou estado de emergência na sexta-feira, permitindo ao governo libertar recursos orçamentais para combater o vírus que matou seis pessoas e infectou 621 no país até agora.

Com a intensificação das críticas à gestão do COVID-19, O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, pediu ao Congresso que aprovasse o decreto governamental que declara calamidade pública para poder gastar além do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal e enfrentar a situação de emergência. 

O decreto, que será válido até dez. 31, permitirá que o governo renuncie Metas Fiscais este ano. Estabeleceu uma comissão de congressistas do Congresso que monitorará as medidas tomadas pelo governo para lidar com o coronavírus.

Depois que passou na câmara baixa na quarta-feira, o Senado rapidamente votou e aprovou na sexta-feira na primeira votação remota da agência usando um sistema on-line e telefones inteligentes, sob procedimentos de distanciamento social adotados depois de dois deles testaram positivo para o COVID-19 nos últimos dias.



COVID-19 surgiu em Wu Han, na China, em dezembro passado, e se espalhou para pelo menos 164 países e territórios.

A situação mundial da pandemia


A Organização Mundial de Saúde declarou a epidemia uma pandemia. De mais de 266 mil casos confirmados, o número de mortos agora excede 11 mil, e mais de 87 mil já se recuperaram, de acordo com dados compilados pela Universidade Johns Hopkins, sediada nos EUA.

Apesar do aumento do número de casos, a maioria dos que se tornam infectadas sofrem apenas sintomas leves e se recuperar.No final de dezembro de 2019, o romance nos reservatórios da doença (COVID-19), detectado em Wuhan, na China, foi relatado pela primeira vez a Organização Mundial de Saúde (OMS) e, um mês mais tarde, declarou uma emergência de saúde pública de preocupação internacional. Em 11 de Março de 2020, que escalou o surto em curso para uma pandemia. Três meses após a primeira detecção, a transmissão é generalizada, com quase um milhão de pessoas infectadas em todo o mundo e cerca de cinqüenta mil perdendo suas vidas.

A partir de 2 de abril (17:00 GMT), O painel de controle da situação da OMS indicou 900.306 casos confirmados, incluindo 45.693 mortes em 205 estados e territórios. Os Estados Unidos (187.302 casos), a Itália (110.574), a Espanha (102.136), a China (82.724) e a Alemanha (73.522) são os países mais afectados. O maior número de mortes foi registrado na Itália (13.157), Espanha (9.053) e França (4.019), seguido pela China (3.327) e Irã (3.160).

Sistema Único de Saúde brasileiro serve de modelo para países que querem adotar o sistema público e universal de saúde

A cobertura Universal da saúde no Brasil por meio do SUS é um objetivo de muitas democracias, mas alcançar esse objetivo requer a implementação de extensas reformas dos sistemas de saúde existentes e a realização de investimentos significativos no financiamento público, visto que garante um sistema único, multidisciplinar ao fazer o cadastro no SUS de todos os brasileiros - independente da classe social.

Dois ensaios recentes na Regulatory Review, foi abordado algumas das dificuldades enfrentadas pela implementação de cuidados de saúde universais nos Estados Unidos e Canadá que tentam se assemelhar ao que é feito hoje com o sistema de saúde no Brasil.

Os desafios que estes ensaios descrevem também fazem parte dos debates jurídicos e políticos no Brasil. A Constituição Brasileira, Ao contrário das Constituições canadense e americana, afirma expressamente no artigo 196 que "a saúde é um direito de todos e um dever do estado e deve ser garantida por meio de políticas sociais e econômicas.

Este artigo é regulado pela lei federal 8,080 de 1990, que estabeleceu o sistema unificado de saúde, ou Sistema Único de Saúde (SUS). O SUS é composto por serviços de saúde prestados por instituições públicas nos níveis federal, estadual e municipal.

Os tribunais brasileiros geralmente interpretam a lei federal 8.080 para exigir que o SUS forneça não apenas cuidados médicos e hospitalares gratuitos, mas também medicamentos gratuitos. O Brasileiro Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo, já se pronunciou quanto no Estado do Paraná v. Gabinete do Paraná Ministério público Estadual, onde o tribunal declarou que "a saúde é um inalienável direito constitucional, garantido mediante a implementação de políticas públicas, impondo ao Estado a obrigação de criar condições objetivas que permitem o acesso efetivo a tais serviços.”

Este entendimento judicial levou ao arquivamento de milhares de processos judiciais em todo o Brasil, nos quais os queixosos geralmente buscam acesso a drogas não oferecidas por hospitais públicos e centros de saúde, incluindo drogas não aprovadas pela Agência Reguladora da saúde brasileira, conhecida como Anvisa. Como resultado, federal, estadual, administração local e de ter gasto cerca de us $4 bilhões por ano entre 2010 e 2016 para a compra regular do SUS medicamentos, dos quais us $2 bilhões foram para compras ordenados por tribunais, de acordo com um relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Para atender a essas despesas, estima-se que o orçamento total de cuidados de saúde no ano fiscal de 2019 atinja US $30 bilhões, quase o dobro do orçamento de Defesa Nacional de US $18 bilhões.

O Congresso Brasileiro, em uma tentativa de reduzir as despesas decorrentes de ações judiciais, agiu em 2011 para aprovar alterações à Lei Federal 8.080, que simplifica os procedimentos de SUS para incorporação de novas drogas. Estas alterações também criaram o Comitê Nacional de incorporação de Tecnologia da Saúde (CONITEC), que foi encarregado de realizar "avaliações econômicas comparativas dos benefícios e custos em relação às tecnologias já incorporadas" e que proibiu os hospitais públicos de usar terapias e medicamentos não aprovados pela Anvisa.


O CONITEC segue um procedimento rigoroso para a incorporação de novos medicamentos, incluindo a análise de estudos técnicos e econômicos, incluindo quaisquer pedidos de pesquisa adicional, e audições públicas. A análise econômica pode basear-se num dos três critérios, incluindo: análise custo-eficácia, que mede as consequências em unidades de benefício clínico, tais como anos de vida salva ou número de acontecimentos evitados; análise custo-utilidade, tais como Ano de vida ajustado pela qualidade (QALY) ou ano de vida ajustado pela deficiência; ou análise custo-benefício, em que todos os recursos e benefícios para a saúde são medidos em unidades monetárias.